O “Estúdio Casa da Árvore”, espaço cenográfico que reconstrói a Casa da Árvore presente no longa metragem “O que queremos para o mundo?” (Igor Amin, 2016, livre) é um estúdio de tecnologias audiovisuais construído a partir de materiais sustentáveis para a realização de processos de ensino-aprendizagem.

Durante a visitação as crianças jogam o Jogo dos Mundos, uma brincadeira audiovisual cooperativa, onde os jogadores são desafiados a agirem em cenários socioambientais e tecnológicos do mundo em que vivemos, os quais constituirão suas missões no jogo. Essas questões aparecem por meio de baralhos divididos em “Cartas-Problemas”, “Cartas-Desafios” e “Cartas-Inspiração”, que estimulam sentir, imaginar, pensar, dialogar e criar.

Ao final da experiência eles fazem um “Inventário dos Pequenos Futuristas”, invenções ecofuturistas criadas para solucionar os problemas socioambientais que enfrentamos no presente. Para as invenções são disponibilizados materiais reaproveitáveis.

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